Hoje, ao acordar e olhar a paisagem pela janela do quarto, lembrei-me subitamente da Tabacaria. Do seguinte em concreto porque o poema é imenso:
"Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa (...)"
Mas...

... a janela do meu quarto é para isso que dá!
[Mas hoje fomos à Rambla!]