"Una monja hay marchado con un sacerdote", disse a velhinha faladora e simpática com um sorriso maroto e contente, de quem dá uma novidade atrevida. E eu pensei: "cruza-se a fronteira, sobe-se um bocadinho para Norte, muda-se de língua mas... naquilo que é mais básico, somos iguais". E sorri também.
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Grandes malucos... ;)
ResponEliminaMas sim, no grande esquema das coisas somos todos igualinhos.